- Case: Segurança Compartilhada — a cultura de prevenção contra incêndios como instrumento de inclusão
- Categoria: Ação Social
- Empresa: Floriani Síndicos Profissionais

Segurança condominial não depende apenas de equipamentos, laudos e sistemas. Depende também de pessoas preparadas para reconhecer riscos, acionar ajuda e agir de forma organizada diante de uma emergência.
O desafio
Um levantamento amostral realizado pela empresa apontou que mais de 80% dos participantes consultados não sabiam indicar corretamente o número 193, do Corpo de Bombeiros. O dado revelou uma fragilidade simples, mas relevante: possuir sistemas de prevenção não significa, por si só, que moradores e colaboradores saibam como agir.
A resposta da gestão
A Floriani estruturou treinamentos teóricos e práticos envolvendo funcionários, moradores e pessoas do entorno. A proposta incluiu orientação sobre classes de incêndio, uso de extintores e hidrantes, evacuação, zonas seguras e acionamento correto do Corpo de Bombeiros.
O projeto também ampliou a leitura sobre segurança: em uma emergência, quem mora, trabalha ou circula no condomínio integra a mesma rede de proteção. Por isso, o conhecimento não pode ficar restrito a poucas pessoas.
Resultados e evidências
- Diagnóstico inicial indicando desconhecimento do 193 por mais de 80% da amostra consultada.
- Treinamentos teóricos e práticos com extintores e hidrantes.
- Participação de moradores, colaboradores e convidados.
- Meta informada de capacitação de 100% dos funcionários da carteira.
- Revisão de sistemas e documentação de prevenção.
Por que este case é finalista
O componente social está na democratização do conhecimento. Segurança deixa de ser responsabilidade de poucos quando prevenção e informação passam a ser compartilhadas. O case demonstra que inclusão também significa garantir acesso ao conhecimento que aumenta preparo e capacidade de resposta da comunidade.
Prevenção como cultura
Mais do que uma atividade de treinamento, a iniciativa propõe uma mudança cultural: transformar pessoas em participantes ativos da prevenção. Essa lógica pode ser adaptada a condomínios de diferentes perfis e tamanhos.
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